Actualizações de Agosto, 2013 Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado

  • Helder Sanches 1 de August de 2013, às 20:49 Permalink | Responder
    Etiquetas: jeová, JW, testemunhas jeová, TJ   

    Testemunhas de Jeová devem escorraçar familiares que percam a fé 

    Pode não pare­cer uma ati­tude muito cristã, mas foi isso mesmo que foi regis­tado recen­te­mente numa con­ven­ção das Tes­te­mu­nhas de Jeová (TJ), na Cali­fór­nia, pre­vi­si­vel­mente deno­mi­nada “God’s Word is Truth”.

    Ao con­trá­rio do que é ofi­ci­al­mente afir­mado e publi­ci­tado no site das TJ, Ste­ven Bell prega exac­ta­mente o con­trá­rio, reco­men­dando (ou orde­nando) que a pri­meira res­pon­sa­bi­li­dade de qual­quer mem­bro das TJ é para com o pró­prio Jeová; a famí­lia, inde­pen­den­te­mente do grau de paren­tesco, vem depois, muito depois dos com­pro­mis­sos da fé.

     

     
    Qual­quer pes­soa de bem vê nisto uma aber­ra­ção; qual­quer pes­soa de bem vê nisto uma chan­ta­gem odi­osa sobre o mais sau­dá­vel sen­ti­mento de amor entre pais e filhos ou entre irmãos. Viva o espí­rito cris­tão da recon­ci­li­a­ção e o res­peito pelos Direi­tos Huma­nos no que diz res­peito à liber­dade religiosa!

    Os rela­tos a nível inter­na­ci­o­nal têm-se vindo a pro­pa­gar, gra­ças à inter­net em geral e a um site de ex-TJs, muito em par­ti­cu­lar. O site JWsur­vey aco­lhe e ajuda outros mem­bros e ex-membros daquela orga­ni­za­ção no com­pli­cado pro­cesso de sepa­ra­ção, não só da sua igreja, mas tam­bém da famí­lia e ami­gos, uma vez alvos do “cas­tigo” dos seus mais pró­xi­mos, ficando iso­la­dos das rela­ções com todos os que lhes eram queridos.

    É nesse mesmo site que tam­bém fica­mos a saber que, nos Esta­dos uni­dos, a tira­gem das revis­tas “War­ch­tower” e “Awake” (Sen­ti­nela e Des­per­tai, em por­tu­guês) caiu 35% desde 2005 e tem vindo a enco­lher no número de pági­nas por edição.

     

     
  • Kátia Garcia 29 de July de 2013, às 22:56 Permalink | Responder
    Etiquetas: , , , , Francisco, , JMJ, , , ,   

    O Brasil e o Papa 

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    Papa Francisco

    Ter­mi­nou ontem, 28/07, a Jor­nada Mun­dial da Juven­tude com uma lota­ção de 3 milhões de pes­soas aglo­me­ra­das na praia de Copa­ca­bana para a vigí­lia e a missa de encer­ra­mento da visita do Papa Fran­cisco. Foi uma semana agi­tada para o Rio de Janeiro. Entre pro­tes­tos, ten­ta­ti­vas de ali­ci­a­ção de polí­ti­cos vários e um mar de jovens fieis, o Papa enfren­tou chuva, bei­jou mui­tos bebês, escu­tou denún­cias, cutu­cou pode­ro­sos e deu um show. Um não, vários. É pre­ciso admi­tir o talento e o carisma deste senhor sor­ri­dente. O tão espe­rado bebê real quase desa­pa­re­ceu entre tan­tas fra­ses de efeito dis­pa­ra­das pelo Papa mais pop que o Bra­sil já viu.

    Os efei­tos desta visita espe­ta­cu­lar que cus­tou mais de 100 milhões de reais aos cofres públi­cos, fora o inves­ti­mento da pró­pria Igreja, não devem aca­bar com o fim da Jor­nada. O Papa fez diver­sos ape­los pelo “Ide e pre­gai o evan­ge­lho por todas as nações”. Este foi o ponto cen­tral de todo o encon­tro: rea­vi­var a fé e a con­fi­ança para evan­ge­li­zar. Aos bis­pos e padres foi expres­sa­mente ori­en­tado que fos­sem às fave­las, aos mise­rá­veis, levar o evan­ge­lho, que vol­tas­sem seus esfor­ços para os pobres e os enfer­mos nova­mente. Aos jovens, pediu que fos­sem para as ruas, que pro­tes­tas­sem, que fos­sem revo­lu­ci­o­ná­rios, que mudas­sem o futuro atra­vés de um com­pro­misso sério com deus con­tra a cul­tura do pro­vi­só­rio e do relativismo.

    Em para­lelo estou­ra­vam pro­tes­tos por todos os lados, uns ten­ta­vam falar com o Papa, outros, con­tra ele. Houve bei­jaço gay já na pri­meira apa­ri­ção do Papa, pro­tes­tos con­tra o gover­na­dor Sér­gio Cabral e a cor­rup­ção e mar­cha das vadias con­tra o Esta­tuto do Nas­ci­turo e a pela des­cri­mi­na­li­za­ção do aborto. Havia inú­me­ros gru­pos de pro­tes­tos, a mai­o­ria indi­fe­rente à pre­sença do Papa, fazendo uso ape­nas do alcance inter­na­ci­o­nal da imprensa que cobria o evento. Tam­bém acon­te­ce­ram mani­fes­ta­ções em outras cida­des mobi­li­za­das em apoio con­tra a repres­são sofrida pelos que se mani­fes­ta­ram con­tra Cabral no dia da che­gada do Papa. Houve con­fronto com a polí­cia, pri­são de dois repór­te­res inde­pen­den­tes que cobriam o pro­testo, denún­cias de poli­ci­ais infil­tra­dos que teriam lan­çado molo­tov con­tra o pelo­tão de cho­que e muita con­fu­são. A popu­la­ri­dade do gover­na­dor che­gou a 12% essa semana. O Papa res­pon­deu a esta e outras mobi­li­za­ções dizendo que os polí­ti­cos pre­ci­sam ouvir os jovens e aler­tou para o perigo de ten­tar mani­pu­lar essa força que os faz que­rer mudanças.

    A igreja evan­gé­lica tam­bém pro­mo­veu encon­tros em diver­sos locais do país. Em Rondô­nia líde­res evan­gé­li­cos fize­ram o culto de domingo ao ar livre, reu­nindo 50 mil pes­soas nas ruas da cidade. Gran­des igre­jas pro­mo­ve­ram con­fe­rên­cias e encon­tros vol­ta­dos para os jovens, como res­posta à mobi­li­za­ção cató­lica, mas entre o Papa e o bebê real, a visi­bi­li­dade des­tes encon­tros foi mínima. Em um país onde a igreja evan­gé­lica tira fôlego para con­quis­tar novos fieis do aban­dono em que estes se encon­tram den­tro de suas igre­jas cató­li­cas, a visita do Papa e suas ori­en­ta­ções aos padres e bis­pos do Bra­sil pode jogar água fria no cres­ci­mento ver­ti­gi­noso do pro­tes­tan­tismo. A visita do Papa tinha o obje­tivo claro de res­ga­tar o empe­nho dos líde­res reli­gi­o­sos, reli­gar as ove­lhas aos seus pas­to­res e rea­ni­mar a tra­di­ção cató­lica em meio a drás­ti­cas mudan­ças sociais.

    A JMJ é um evento espe­ci­al­mente vol­tado para os jovens. No Bra­sil a juven­tude tinha se tor­nado a prin­ci­pal porta de saída da reli­gião cató­lica e o Papa diri­giu pedi­dos espe­ci­ais para que os jovens cató­li­cos não se aca­nhem e saiam para fazer dis­cí­pu­los e para que os padres vol­tem a ser mis­tu­rar com os fieis, ter con­tato pes­soal com eles.  Em entre­vista, Fran­cisco fez reve­rên­cia a este aban­dono com­pa­rando a Igreja a uma mãe que só se comu­nica com o filho por car­tas, apon­tando a falta de con­tato e afeto como causa do esfri­a­mento da fé em todo o globo. Sua fun­ção será rea­pro­xi­mar mãe e filho, trans­for­mar docu­men­tos em abra­ços, impri­mir na Igreja as carac­te­rís­ti­cas que lhe são tão familiares.

    Com rela­ção à Igreja o Papa fez várias decla­ra­ções inte­res­san­tes e o ponto comum é sem­pre a Reforma. Fran­cisco cha­mou aten­ção para a neces­si­dade da Igreja se rein­ven­tar para acom­pa­nhar a His­tó­ria, disse que desde a Idade Média é comum ouvir crí­ti­cas dizendo que a Igreja pre­cisa mudar, por­que ela pre­cisa ser dinâ­mica para per­ma­ne­cer inse­rida no con­texto social da época. Apon­tou a neces­si­dade de uma reforma pro­funda e de grande seri­e­dade na cúria romana, segundo ele, uma parte de extrema impor­tân­cia para a Igreja e por isso mesmo tão sus­ce­tí­vel a crí­ti­cas, quanto a erros huma­nos por parte de seus inte­gran­tes. Apro­vei­tou para dizer que uma árvore que cai faz mais baru­lho que um bos­que inteiro cres­cendo, ao se refe­rir aos escân­da­los em que a Igreja se envol­veu e às boas ações de car­de­ais, bis­pos, padres e lei­gos san­tos que dão a vida pela Igreja todos os dias, mas não são percebidos.

    O tom da JMJ foi de revo­lu­ção. Segundo Fran­cisco, um jovem que não pro­teste, que não tenha uto­pias a defen­der, não o agrada. Ele chama o jovem para tra­zer sua uto­pia para a Igreja, para ter cora­gem e ir às ruas, para empres­tar sua ener­gia para a evan­ge­li­za­ção dos pobres e para mudar o mundo fazendo revi­ver os valo­res morais do cris­ti­a­nismo que estão sendo subs­ti­tuí­dos pela satis­fa­ção ime­di­ata e pro­vi­só­ria. Fran­cisco parece ter sido esco­lhido a dedo para reju­ve­nes­cer essa ins­ti­tui­ção mile­nar que pare­cia estar pres­tes a mor­rer de velhice. Entre­tanto, se por reju­ve­nes­ci­mento enten­de­mos a assi­mi­la­ção das novas deman­das soci­ais, como acesso a con­tra­cep­ti­vos e cami­si­nhas, casa­mento homo-afetivo, células-tronco e outras “moder­ni­ces”, então este Papa ainda “não nos representa”.

    Fran­cisco dei­xou claro quais são os valo­res da Igreja; ele quer levar comida, edu­ca­ção e saúde a todos os pobres, enfer­mos e aban­do­na­dos do pla­neta. Ele quer que os jovens vol­tem a crer no casa­mento eterno, na vir­gin­dade e na pureza. A revo­lu­ção que Fran­cisco quer pro­mo­ver pode até com­par­ti­lhar algu­mas pala­vras com a outra revo­lu­ção que acon­tece em para­lelo, no mundo secu­lar, mas o con­texto e o sen­tido des­tas pala­vras é outro e inverso. A Revo­lu­ção que o Papa quer é na ver­dade uma Resis­tên­cia. O que ele deseja é que a Igreja mantenha-se como pedra firme e aproveite-se da inse­gu­rança que momen­tos de inde­fi­ni­ção des­per­tam nas pes­soas para atraí-las.

    Rom­pendo com a filo­so­fia de seu pre­de­ces­sor, que acre­di­tava que a Igreja não deve­ria ceder à pres­são de trans­for­mar as mis­sas em shows da fé, Fran­cisco deu mesmo um grande show. Assim como na igreja evan­gé­lica, a sen­sa­ção, seja ela ale­gria, empol­ga­ção, ansi­e­dade ou o que quer que mobi­lize as pes­soas, foi o ele­mento cen­tral para pro­mo­ver o rea­vi­va­mento da fé e a Jor­nada pro­vo­cou mesmo mui­tas sen­sa­ções em seus fieis. Sem dúvida ele se des­pede de um Bra­sil dife­rente do que encon­trou em sua che­gada e trouxe para a Igreja a auto­ri­za­ção que ela espe­rava para dar o pró­ximo passo na eterna luta pela sobre­vi­vên­cia do cato­li­cismo: a incor­po­ra­ção das sen­sa­ções na pro­mo­ção da fé. A par­tir de agora o cató­lico tam­bém poderá dizer que sente o mover de Deus, sem pre­ci­sar enquadrar-se como caris­má­tico, termo que mais divi­diu do que refor­çou a Igreja em seu pri­meiro encon­tro com o neo-pentecostalismo das Amé­ri­cas há déca­das atrás.

    O Papa fez um apelo para que a soci­e­dade não exclua os extre­mos da cadeia pro­du­tiva, as cri­an­ças, os jovens e os ido­sos, em nome do dinheiro, apon­tando um “huma­nismo desu­mano” como motor deste estado de coi­sas. Por fim Fran­cisco zelou pelo diá­logo entre todas as cren­ças em prol do bem comum. Pediu que todos, den­tro de suas pró­prias cren­ças, rom­pes­sem com o egoísmo e a indi­fe­rença, supe­rando suas dife­ren­ças e bus­cando aju­dar o pró­ximo, espe­ci­al­mente os mais caren­tes. Antes de ir ele dei­xou dois che­ques de 20 mil euros, um para a favela de Var­gi­nha, a ser apli­cado con­forme deci­são dos mora­do­res e outro para o Hos­pi­tal São Fran­cisco apli­car em seu cen­tro de recu­pe­ra­ção de depen­den­tes de dro­gas que está para ser inau­gu­rado. Var­gi­nha rece­be­ria a vigí­lia que foi trans­fe­rida às pres­sas para Copa­ca­bana por causa das chu­vas que trans­for­ma­ram o Campo da Fé em um enorme lamaçal.

    A con­clu­são a que se chega com esta pri­meira via­gem do Papa para encontrar-se com seus fieis é que pode­mos espe­rar gran­des mudan­ças para a ICAR nos pró­xi­mos anos. Sua revo­lu­ção, no entanto, não se mira nos anseios que pre­ten­dem fazer do futuro um lugar onde a diver­si­dade é o motor da igual­dade, mas no eterno desejo cris­tão de trans­for­mar toda diver­si­dade em igual­dade a par­tir de um modelo ideal a ser imi­tado. Resta saber se no mundo da inter­net e do turismo, 7 bilhões de indi­ví­duos dis­tin­tos pode­rão ser enqua­dra­dos a par­tir de um só modelo, mesmo com toda a ener­gia revo­lu­ci­o­ná­ria que os jovens cató­li­cos têm a oferecer.

    Kátia Gar­cia

     
  • Helder Sanches 20 de July de 2013, às 13:54 Permalink | Responder
    Etiquetas: Dubai, islão, Marte Dalelv   

    Marte Dalelv, ou como ser acusada de ser violada 

    Marte-Deborah-Dalelv-2067518

    Marte Debo­rah Dalelv é uma mulher noru­e­guesa de 24 anos, a resi­dir no Dubai, onde tra­ba­lhava desde 2011 como desig­ner de inte­ri­o­res. No pas­sado mês de Abril par­ti­ci­pou à polí­cia uma queixa por vio­la­ção, ale­ga­da­mente por parte de um colega de tra­ba­lho, sendo con­de­nada pos­te­ri­or­mente a 16 meses de pri­são pelos cri­mes de sexo fora do matri­mó­nio, con­sumo de álcool  e aten­tado con­tra a decên­cia! O Estado noru­e­guês já dis­po­ni­bi­li­zou o apoio judi­cial neces­sá­rio ao recurso da sentença.

    Este é ape­nas mais um exem­plo demons­tra­tivo do esta­tuto da mulher no gran­di­oso mundo do Islão. É mais um exem­plo de que não importa quan­tas tor­res de mar­fim, quan­tos El Dora­dos exis­tam por metro qua­drado ou quan­tos sinais exte­ri­o­res de riqueza se pro­mo­vam, a pobreza de um povo está na sua medi­o­cri­dade de cos­tu­mes, quase sem­pre impos­tos por reli­giões misó­gi­nas e de ori­gens pré-medievais. O esta­tuto das mulhe­res no mundo islâ­mico, resul­tado de leis reli­gi­o­sas abso­lu­tis­tas, retró­gra­das e cri­mi­no­sas é razão sufi­ci­ente para um con­fronto civi­li­za­ci­o­nal à luz da ética humanística.

    Defen­der ou ten­tar sequer raci­o­na­li­zar estes casos absur­dos faz tanto sen­tido como defen­der o cani­ba­lismo. Sel­va­ja­ria não pode ter lugar num mundo moderno. E o mundo é tudo, não é só a nossa rua.

    Refe­rên­cias:

     

     
  • Helder Sanches 18 de February de 2013, às 21:06 Permalink | Responder
    Etiquetas: comcept, pensamento critico, prémios, racionalismo   

    Prémio Unicórnio Voador 

    A Com­cept deu iní­cio ao pro­cesso de nome­a­ções que con­du­zirá à atri­bui­ção do Pré­mio Uni­cór­nio Voa­dor. De acordo com o anún­cio feito no pró­prio site, “a Com­cept vai ini­ciar este ano a atri­bui­ção do Pré­mio Uni­cór­nio Voa­dor – um pré­mio feliz para actu­a­ções infe­li­zes – que irá ser con­ce­dido às per­so­na­li­da­des ou enti­da­des naci­o­nais que, durante o ano ante­rior de 2012, mais tenham con­tri­buído para a dis­se­mi­na­ção da pseu­do­ci­ên­cia, da supers­ti­ção e da desin­for­ma­ção no geral.”

    Sobre a Comcept

    Fica aqui, nas pala­vras dos pró­prios res­pon­sá­veis pelo site da Com­cept, o que é e o que pre­tende este grupo:

    Somos um grupo de cida­dãos inde­pen­den­tes, com dife­ren­tes níveis e áreas de for­ma­ção aca­dé­mica, cujo obje­tivo e com­pro­misso é pro­mo­ver, em todos os âmbi­tos da soci­e­dade, o uso do pen­sa­mento crí­tico e raci­o­nal, com apoio no método cien­tí­fico. Não apoi­a­mos argu­men­tos base­a­dos na fé ou em mis­ti­cismo como forma de pro­cu­rar solu­ções aos pro­ble­mas da huma­ni­dade nem como res­posta aos mesmos.

    A COMCEPT pre­tende reu­nir todos aque­les que se iden­ti­fi­cam com o movi­men­tos cép­tico, espe­ci­al­mente em Por­tu­gal, mas não só. A nossa pre­o­cu­pa­ção é aqui ofe­re­cer infor­ma­ção de forma isenta com base nos conhe­ci­men­tos cien­tí­fi­cos actu­ais e é à luz da ciên­cia que aqui apre­sen­ta­mos as nos­sas ideias.

    Espe­ra­mos, com esta ini­ci­a­tiva, con­tri­buir para uma melhor sociedade.

    Se nes­tas coi­sas de blo­gues e sites exis­tis­sem alguns graus de paren­tesco, o ateu.pt e o comcept.org seriam, cer­ta­mente, pri­mos bas­tante chegados.

     
  • Helder Sanches 13 de February de 2013, às 13:12 Permalink | Responder
    Etiquetas: , estatística, inquéritos   

    Inquérito para ateus e não-religiosos 

    reno-aai

    A AAI (Atheist Alli­ance Inter­na­ti­o­nal) está a cola­bo­rar com um estu­dante da Uni­ver­si­dade norte-americana do Nevada na ela­bo­ra­ção de um exaus­tivo inqué­rito a ateus e não reli­gi­o­sos. A par­ti­ci­pa­ção é anó­nima e pre­tende conhe­cer melhor as expe­ri­en­cias dos par­ti­ci­pan­tes enquanto ateus e o seu envol­vi­mento com orga­ni­za­ções secu­la­res, bem como expe­ri­ên­cias de des­cri­mi­na­ção cau­sa­das pelo assu­mir ada não crença.

    Caso este­jam inte­res­sa­dos em par­ti­ci­par, o link é o seguinte: http://unrcfr.us.qualtrics.com/SE/?SID=SV_3QlZZFokgDdWBTf

    Dura­ção aprox.: 15/20 minutos

     
  • Helder Sanches 26 de December de 2012, às 11:58 Permalink | Responder
    Etiquetas: , , censo, internacional   

    Censo ateísta internacional 

    Este é um processo simples a que nenhum ateu se deveria recusar a participar. Participa e faz com que contes.

    Este é um pro­cesso sim­ples a que nenhum ateu se deve­ria recu­sar a par­ti­ci­par. Par­ti­cipa e faz com que contes.

    A Atheist Alli­ance Inter­na­ti­o­nal (AAI) lan­çou a 7 de Dezem­bro de 2012 um censo inter­na­ci­o­nal (Atheist Cen­sus) para afe­rir o número e dis­tri­bui­ção geo­grá­fica dos ateus a nível glo­bal. O objec­tivo deste censo é reco­lher infor­ma­ção que per­mita dar uma ima­gem tão vasta quanto pos­sí­vel do ateísmo, obtendo dados rela­ti­vos à loca­li­za­ção, género, edu­ca­ção e ante­ce­den­tes reli­gi­o­sos (se existirem).

    Esta pode ser uma exce­lente fer­ra­menta para aná­lise da rea­li­dade de cada país. Por isso, é impor­tante que todos os ateus par­ti­ci­pem neste censo e assim con­tri­buam para que se possa fazer uma lei­tura quão real quanto possível.

    De notar que ape­nas 17 horas após o lan­ça­mento do censo, o site foi alvo de um ata­que DoS (Denial of Ser­vice), ficando demons­trado, assim, o incó­modo que esta ini­ci­a­tiva estará a cau­sar sabe-se lá a quem…

    A AAI é uma ali­ança inter­na­ci­o­nal de indi­ví­duos e orga­ni­za­ções ateís­tas e de livre pen­sa­do­res. Podem saber mais sobre esta ali­ança em http://www.atheistalliance.org. Mas, pri­meiro, façam-se con­tar.

     
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