Crenças

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Exer­cí­cio: iden­ti­fi­car as cren­ças 1 e 2 e 3

Crença 1

Há 75 milhões de anos, vários pla­ne­tas reuniram-se numa “con­fe­de­ra­ção das galá­xias”, gover­nada por um líder malé­fico cha­mado Xenu. Como os pla­ne­tas esta­vam com pro­ble­mas de super­po­pu­la­ção, Xenu man­dou milha­res de milhões de seus habi­tan­tes para a Terra, em naves, onde foram ati­ra­dos para den­tro de vul­cões e mor­tos com bom­bas de hidro­gé­nio. Seus espí­ri­tos, ou “the­tans”, foram recap­tu­ra­dos e reu­ni­dos em con­junto, naquilo que vie­ram a ser os huma­nos.
Ora, a maior parte dos seres huma­nos não se lem­bram deste pas­sado dos seus espí­ri­tos. Por isso pre­ci­sam de fazer uma audi­to­ria espi­ri­tual para se liber­ta­rem dos trau­mas do passado.

 

Crença 2

Um deus todo-poderoso do espaço deci­diu enviar seu filho para uma mis­são sui­cida no pla­neta Terra.
Para o con­se­guir, este deus engra­vi­dou uma fêmea humana, e esta deu à luz um bebé que é tanto um ser humano como um deus. Assim, o deus júnior nasce na Terra des­ti­nado a ser morto, ape­sar de ele pró­prio ser… imor­tal.
A mis­são do bebé-deus foi per­ma­ne­cer incog­nito durante 30 anos, dis­far­çado de car­pin­teiro, e depois apa­re­cer e ensi­nar que veio para sal­var os seres huma­nos.
Acon­tece que os seres huma­nos pre­ci­sam de ser sal­vos por­que des­cen­dem de uma cos­tela que comeu o fruto de uma árvore mágica ao ser enga­nada por uma ser­pente falante.
Segundo o plano, o deus-júnior foi morto e depois fez-se morto-vivo e agora salva aque­les que comem a sua carne em forma de bola­cha e tele­pa­ti­ca­mente o acei­tam como Senhor.

 

Crença 3

Um Ser invi­sí­vel e inde­tec­tá­vel criou o uni­verso, come­çando com uma mon­ta­nha, árvo­res e um anão.
Todas as evi­dên­cias a favor da evo­lu­ção foram inten­ci­o­nal­mente plan­ta­das pelo Cri­a­dor. O Cri­a­dor testa a fé dos cren­tes fazendo as coi­sas pare­ce­rem mais velhas do que elas real­mente são.
Os fós­seis dos dinos­sau­ros foram escon­di­dos sob a terra com o único intuito de enga­nar a huma­ni­dade.
Quem crer terá direito a um paraíso que inclui cer­veja em abun­dân­cia e mui­tas mulhe­res des­pi­das.
Para quem não crê existe um inferno, onde a cer­veja é sem álcool e quente e as mulhe­res têm doen­ças.
Aque­ci­mento glo­bal, ter­re­mo­tos, fura­cões e outros desas­tres natu­rais são uma con­sequên­cia direta do declí­nio no número de pira­tas desde o século XIX. O crente deve tornar-se pirata para ten­tar rever­ter estes problemas.

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Con­se­gue iden­ti­fi­car as cren­ças aqui descritas? Envie a sua res­posta em comentário.

 

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